quinta-feira, 3 de junho de 2021

Será que ela resiste?

Andava há uns tempos a pensar como levar a Marina a estar comigo e com um casal.

Então pensei.

Vou falar com eles, vêm cá almoçar, e quando estiverem cá, eles começam e pode ser que ela alinhe.

Assim foi, tinha falado com o João e com a Soraia. Chegaram cá, a Soraia de vestido curto. Curto o suficiente para eu olhar constantemente, tinha o rabo firme onde eu conseguia ver que uma bela tanguinha se alojava por baixo do vestido. Enquanto a Marina conversava com a Soraia, eu e o João combinávamos. Quando estiverem na sala connosco tu e a Soraia começam a ter intimidade. Eu vou tentar que ela preste atenção e que se excite ao ver-vos. Voltamos à cozinha, e eu digo a Marina, sabes onde está o saco do carvão?

- Sei, está no sótão.

- João não te importas de ir lá com a Marina para ajudares, é pesado.

Assim foi, a Soraia ficou na sala à espera e a Marina foi com o João ao sótão.

O que vou contar só soube depois. Chegaram ao sótão, ela abre a porta e começa à procura de qualquer coisa ao nível do solo. Quando se curvou, o vestido curto simplesmente desapareceu, deixando aquele rabo esticado, apenas atravessado por um pequeno fio vermelho. A luz da escada batia diretamente na zona de renda que tapava a sua intimidade volumosa, e por alguma razão existiam alguns reflexos. O João demorou a perceber o que era. Mas percebeu, que era de ter lubrificação a passar para fora da renda. Enquanto observava com deleite aquela visão, ela olha para trás, apanhando-o a mexer com a mão sobre o volume das calças.

- Estás a gostar? – perguntou a Marina.

- Estou, mas não é meu.

- Só se não quiseres!

- Posso por a mão? – perguntou o João.

- Podes.

Manteve a posição e colocou a mão de modo a ficar com o papo de cona da minha mulher na mão, apertou e sentiu o calor que emanava e a lubrificação, sentiu um leve gemido de prazer, e um ajeitar de posição, desviou a cueca com um dedo e colocou um dedo na sua rachinha lubrificada. Jesus o calor, a sensação lubrificada, sentiu as paredes vaginais a apertarem o dedo, rapidamente enfiou outro, começou num vai vem. Nesta altura elevou-se e encostou-se a ela, puxou a parte de cima do vestido para baixo, estava sem sutiã, as mamas rijas, redondas e com os bicos tesos sobressaíram. Apertou um enquanto lambia e mordiscava o outro. Ela já estava com a mão em cima do caralho, abriu a breguilha e tirou-o para fora, ali estava ele já com gotas de lubrificação na cabeça. Desceu abaixo e colocou-o na boca. Enfiava tudo depois chupava sonoramente como uma ventosa, sentiu cada movimento da sua língua em volta da glande, estava a leva-lo à loucura, o medo de ser apanhado ainda o excitava mais. Só pensava, perdoa-me Carlos mas não estou a resistir, sinto que estou perto de ejacular, e diz, vou-me vir Marina. Ela mantém os movimentos até senti-lo a vir-se, no último momento aponta para as suas tetas, acho que nunca tinha sido esporrada desta maneira, no fim olha para ele e espalha a langonha no peito até esta desaparecer, para acabar, passa a mão ainda esporrada na cona e esfrega várias vezes, para acabar chupa o dedo que tinha enfiado na rata molhada.

Olha já achei. Vamos?

Espera Marina deixa-me lamber a tua cona, para te retribuir. Ao que respondeu, 1 minuto. Assim foi, parecia um náufrago sem água há 3 dias, sorveu toda a lubrificação daquela cona molhada. Só pensava, a Soraia vai descobrir que estive a lamber uma cona. Mas a tesão do momento era mais forte. Passado o minuto, recompôs a sua roupa e fomos para baixo com o carvão.

Quando cheguei à sala, a Marina encontrou a Soraia agitada, parecia que disfarçava algo, mas podia ser impressão dela, pois quem tinha o rabo preso era ela. Entretanto eu fui com o João acender o Barbecue.

E perguntei, então no sótão foi difícil de achar o carvão? E esbocei um sorriso.

- Não. – respondeu o João meio envergonhado.

Hummmm - pensei eu.

Voltámos para a sala e ficámos um pouco na conversa. No meio do nada, a Soraia começa a mexer na breguilha do João. A Marina olha para mim. Eu sorri...

A Soraia começou a bater uma punheta ao João e a chupar a cabeça do caralho, nisto olhava para nós. A Marina não conseguia tirar os olhos daquela cena.

Eu aproveitei e disse:

- Vamos ver...

Neste momento o João baixa os calções e fica despido da cintura para baixo, enquanto a Soraia continua a chupar com mestria o pau.

Eu aproveito e começo a subir o vestido da Marina e coloco à mostra uma bela tanguinha vermelha, tão curta que quase entrava pela rata dentro. Disse-lhe: - Anda abre as pernas, e coloquei a mão na cona. A cona molhada na minha mão pensei que fosse da situação, mas não, só soube depois. Lubrifiquei os meus dedos e comecei a bater uma punheta no grelo dela. Sentia a tesão a subir, o João olhava para o grelo volumoso dela, e gemia, ajudado pela Soraia.

A Marina fechava os olhos de tesão e vergonha, mas de vez em quando abria-os para ver a Soraia com o pau na boca. Nisto o João começa a fazer um valente minete à Soraia.

E eu, invejoso, faço o mesmo.

Disse à Marina, vamos para perto deles, tempos mais espaço. Assim foi. Ambos estávamos a chupar os grelos, elas gemiam. A Soraia quebrou o gelo e deu a mão à Marina. Dei um toque ao João e fiz sinal para trocar. Como elas estavam deitadas de costas nem repararam que trocámos, só após alguns segundos deram por isso. A Marina com cara de assustada olhou para mim, mas viu-me de boca na cona da Soraia e deixou cair novamente a cabeça e recebeu o belo minete que o João lhe fazia.

Neste momento já não havia barreiras. O gelo estava quebrado.

A Soraia começa a chupar os bicos das tetas da Marina, e esta geme. Deixo de chupar a Soraia e ela junta o grelo dela com o da Marina, e começáram a esfregar-se uma contra a outra.

Nunca tinha visto a Marina tão excitada, beijavam-se na boca, acariciavam as tetas, apertavam o rabo uma da outra e mexiam os quadris ritmadamente até que se vêm. Voltei a lamber a cona da Marina. Agora sabia ao misto das duas, e deliciosas.

Entretanto, já o João está a penetrar a Soraia, enquanto eu a chupo. A Marina vai brincando com os tomates do João que balançam a cada estocada na Soraia, deixo de chupar a rata da Marina e vou para junto da boca da Soraia, e ela começa a chupar o meu caralho, enquanto o João mete os dedos dentro da cona da Marina , que se abre toda.

Faço sinal ao João que se vai montar na cona encharcada da Marina enquanto eu ocupo o lugar dele na coninha da Soraia, e vamos bombado os dois em várias posições e trocando várias vezes. Até que a Soraia pede para levar com os dois ao mesmo tempo. O João deita-se de costas, a Soraia por cima enterra o caralho todo na cona, abre-se toda em frente a mim, seguro nas pernas enfio o meu caralho na rata, nunca tinha sentido tal coisa, uma cona, dois caralhos, movimentos diferentes no mesmo espaço, a Soraia diz coisas sem nexo, entra numa espécie de transe de prazer, até explodir num orgasmo fabuloso. Era a vez da Marina. Invertemos as posições, a Marina sentia a cona cheia, com dois caralhos duros e cheios de leite prontos para explodir, não aguentou muito tempo e veio-se copiosamente.

Ambas satisfeitas era hora de nos virmos nós. Juntámos os caralhos, elas de joelhos a lamber e a beijarem-se durante os broches até que nos viemos nas suas tetas, terminaram a esfregarem-se uma na outra as tetas esporradas.

No final da noite a Marina descobriu, que a Soraia me tinha feito um broche quando eles foram ao sótão. Após isto, estes encontros repetiram-se várias vezes em ambas as casas. E foi sempre a melhorar.... 

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