Andava há uns tempos a pensar como levar a Marina a estar
comigo e com um casal.
Então pensei.
Vou falar com eles, vêm cá almoçar, e quando estiverem cá,
eles começam e pode ser que ela alinhe.
Assim foi, tinha falado com o João e com a Soraia. Chegaram
cá, a Soraia de vestido curto. Curto o suficiente para eu olhar constantemente,
tinha o rabo firme onde eu conseguia ver que uma bela tanguinha se alojava por
baixo do vestido. Enquanto a Marina conversava com a Soraia, eu e o João
combinávamos. Quando estiverem na sala connosco tu e a Soraia começam a ter
intimidade. Eu vou tentar que ela preste atenção e que se excite ao ver-vos.
Voltamos à cozinha, e eu digo a Marina, sabes onde está o saco do carvão?
- Sei, está no sótão.
- João não te importas de ir lá com a Marina para ajudares,
é pesado.
Assim foi, a Soraia ficou na sala à espera e a Marina foi com
o João ao sótão.
O que vou contar só soube depois. Chegaram ao sótão, ela
abre a porta e começa à procura de qualquer coisa ao nível do solo. Quando se
curvou, o vestido curto simplesmente desapareceu, deixando aquele rabo
esticado, apenas atravessado por um pequeno fio vermelho. A luz da escada batia
diretamente na zona de renda que tapava a sua intimidade volumosa, e por alguma
razão existiam alguns reflexos. O João demorou a perceber o que era. Mas
percebeu, que era de ter lubrificação a passar para fora da renda. Enquanto
observava com deleite aquela visão, ela olha para trás, apanhando-o a mexer com
a mão sobre o volume das calças.
- Estás a gostar? – perguntou a Marina.
- Estou, mas não é meu.
- Só se não quiseres!
- Posso por a mão? – perguntou o João.
- Podes.
Manteve a posição e colocou a mão de modo a ficar com o papo
de cona da minha mulher na mão, apertou e sentiu o calor que emanava e a
lubrificação, sentiu um leve gemido de prazer, e um ajeitar de posição, desviou
a cueca com um dedo e colocou um dedo na sua rachinha lubrificada. Jesus o
calor, a sensação lubrificada, sentiu as paredes vaginais a apertarem o dedo,
rapidamente enfiou outro, começou num vai vem. Nesta altura elevou-se e
encostou-se a ela, puxou a parte de cima do vestido para baixo, estava sem
sutiã, as mamas rijas, redondas e com os bicos tesos sobressaíram. Apertou um
enquanto lambia e mordiscava o outro. Ela já estava com a mão em cima do
caralho, abriu a breguilha e tirou-o para fora, ali estava ele já com gotas de
lubrificação na cabeça. Desceu abaixo e colocou-o na boca. Enfiava tudo depois
chupava sonoramente como uma ventosa, sentiu cada movimento da sua língua em
volta da glande, estava a leva-lo à loucura, o medo de ser apanhado ainda o
excitava mais. Só pensava, perdoa-me Carlos mas não estou a resistir, sinto que
estou perto de ejacular, e diz, vou-me vir Marina. Ela mantém os movimentos até
senti-lo a vir-se, no último momento aponta para as suas tetas, acho que nunca
tinha sido esporrada desta maneira, no fim olha para ele e espalha a langonha
no peito até esta desaparecer, para acabar, passa a mão ainda esporrada na cona
e esfrega várias vezes, para acabar chupa o dedo que tinha enfiado na rata
molhada.
Olha já achei. Vamos?
Espera Marina deixa-me lamber a tua cona, para te retribuir.
Ao que respondeu, 1 minuto. Assim foi, parecia um náufrago sem água há 3 dias,
sorveu toda a lubrificação daquela cona molhada. Só pensava, a Soraia vai
descobrir que estive a lamber uma cona. Mas a tesão do momento era mais forte.
Passado o minuto, recompôs a sua roupa e fomos para baixo com o carvão.
Quando cheguei à sala, a Marina encontrou a Soraia agitada,
parecia que disfarçava algo, mas podia ser impressão dela, pois quem tinha o
rabo preso era ela. Entretanto eu fui com o João acender o Barbecue.
E perguntei, então no sótão foi difícil de achar o carvão? E
esbocei um sorriso.
- Não. – respondeu o João meio envergonhado.
Hummmm - pensei eu.
Voltámos para a sala e ficámos um pouco na conversa. No meio
do nada, a Soraia começa a mexer na breguilha do João. A Marina olha para mim.
Eu sorri...
A Soraia começou a bater uma punheta ao João e a chupar a
cabeça do caralho, nisto olhava para nós. A Marina não conseguia tirar os olhos
daquela cena.
Eu aproveitei e disse:
- Vamos ver...
Neste momento o João baixa os calções e fica despido da cintura
para baixo, enquanto a Soraia continua a chupar com mestria o pau.
Eu aproveito e começo a subir o vestido da Marina e coloco à
mostra uma bela tanguinha vermelha, tão curta que quase entrava pela rata dentro.
Disse-lhe: - Anda abre as pernas, e coloquei a mão na cona. A cona molhada na
minha mão pensei que fosse da situação, mas não, só soube depois. Lubrifiquei
os meus dedos e comecei a bater uma punheta no grelo dela. Sentia a tesão a
subir, o João olhava para o grelo volumoso dela, e gemia, ajudado pela Soraia.
A Marina fechava os olhos de tesão e vergonha, mas de vez em
quando abria-os para ver a Soraia com o pau na boca. Nisto o João começa a
fazer um valente minete à Soraia.
E eu, invejoso, faço o mesmo.
Disse à Marina, vamos para perto deles, tempos mais espaço.
Assim foi. Ambos estávamos a chupar os grelos, elas gemiam. A Soraia quebrou o
gelo e deu a mão à Marina. Dei um toque ao João e fiz sinal para trocar. Como
elas estavam deitadas de costas nem repararam que trocámos, só após alguns
segundos deram por isso. A Marina com cara de assustada olhou para mim, mas
viu-me de boca na cona da Soraia e deixou cair novamente a cabeça e recebeu o
belo minete que o João lhe fazia.
Neste momento já não havia barreiras. O gelo estava
quebrado.
A Soraia começa a chupar os bicos das tetas da Marina, e
esta geme. Deixo de chupar a Soraia e ela junta o grelo dela com o da Marina, e
começáram a esfregar-se uma contra a outra.
Nunca tinha visto a Marina tão excitada, beijavam-se na
boca, acariciavam as tetas, apertavam o rabo uma da outra e mexiam os quadris
ritmadamente até que se vêm. Voltei a lamber a cona da Marina. Agora sabia ao
misto das duas, e deliciosas.
Entretanto, já o João está a penetrar a Soraia, enquanto eu
a chupo. A Marina vai brincando com os tomates do João que balançam a cada
estocada na Soraia, deixo de chupar a rata da Marina e vou para junto da boca da
Soraia, e ela começa a chupar o meu caralho, enquanto o João mete os dedos
dentro da cona da Marina , que se abre toda.
Faço sinal ao João que se vai montar na cona encharcada da
Marina enquanto eu ocupo o lugar dele na coninha da Soraia, e vamos bombado os
dois em várias posições e trocando várias vezes. Até que a Soraia pede para
levar com os dois ao mesmo tempo. O João deita-se de costas, a Soraia por cima
enterra o caralho todo na cona, abre-se toda em frente a mim, seguro nas pernas
enfio o meu caralho na rata, nunca tinha sentido tal coisa, uma cona, dois
caralhos, movimentos diferentes no mesmo espaço, a Soraia diz coisas sem nexo,
entra numa espécie de transe de prazer, até explodir num orgasmo fabuloso. Era
a vez da Marina. Invertemos as posições, a Marina sentia a cona cheia, com dois
caralhos duros e cheios de leite prontos para explodir, não aguentou muito
tempo e veio-se copiosamente.
Ambas satisfeitas era hora de nos virmos nós. Juntámos os
caralhos, elas de joelhos a lamber e a beijarem-se durante os broches até que
nos viemos nas suas tetas, terminaram a esfregarem-se uma na outra as tetas
esporradas.
No final da noite a Marina descobriu, que a Soraia me tinha feito um broche quando eles foram ao sótão. Após isto, estes encontros repetiram-se várias vezes em ambas as casas. E foi sempre a melhorar....
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