Eu queria fazer uma surpresa à Marina, após um belo dia de praia na Comporta! Vê-la numa praia deserta em topless, deixou-me cheio de tusa, por isso ia acariciando a Marina durante a viagem. O seu vestidinho curto que tinha sido puxado para cima para facilitar uma bela punheta, eu manuseava o grelinho teso e húmido cheio de tensão. Depois de uma semana sem foder, de um momento para o outro a Marina descarregou um belo orgasmo nos estofos do carro.
Para retribuir o gesto, tirou o meu pau para fora e começou
a chupar na cabecinha, mordiscando, chupando, brincando com a língua de volta
da glande dura e tesa. Enquanto batia à punheta dizia coisas ao meu ouvido como: "adorava que tu e outro me comessem ao mesmo tempo", "os dois dentro da minha
cona, sentir-vos a gozar lá dentro". Já se fazia tarde e já estava a ficar
escuro nesta altura eu cheio de tesão parei na área de descanso seguinte.
Fui direto à casa de banho dos homens. O WC vandalizado, sem
LUZ, escuro e com portas com buracos e TRANCAS partidas.
Tinha o Bluetooth do telemóvel ligado e recebo uma mensagem: QUERES FODER?
Voltei ao carro e disse:
- Sabes que isto é um ponto de encontro de fodas ?
- Deve ser! - respondeu a Marina
- Queres ver? Liga o Bluetooth do teu telemóvel - ripostei eu.
A Marina assim fez.
O smartphone pesquisou, e achou um dispositivo na zona, com
o nome "queres foder?"
A Marina olhou para
mim, sorriu e disse, é o teu!
Não é não, nem tenho o Bluetooth ligado! Mostrei o
telemóvel. Acho que se estão a meter contigo... Se estás curiosa, responde.
Ela coloca, olá sou M, e se calhar até quero... E riu na
brincadeira.
Resposta "se queres vem até ao WC dos homens, empurra a
porta e fecha, avança até ao penúltimo cubículo e fica lá dentro".
A Marina olhou para
mim como que a dizer, nem penses, sei lá quem é...
- Não ficaste curiosa? - perguntei eu.
- Sim, mas...
- Vai. Estou aqui. Fazes o seguinte, antes de entrares inicias
uma chamada. Assim fico sempre ouvir, se houver problemas eu entro.
A Marina diz, foste tu que planeaste isto?
- Talvez...
A Marina inicia a chamada e abre a porta do carro, sai e vai
até à entrada da casa de banho masculina, empurra a porta e está tudo escuro,
apenas se vê o que a luz dos candeeiros exteriores iluminam através da porta e
dos vidros altos do compartimento. Fecha a porta nas suas costas e faz o que
lhe disseram desloca-se para o penúltimo cubículo e fica no seu interior. Nesse
momento recebe outra mensagem enquanto ouve movimentos, "olha para a
porta"
Apontou a luz do ecrã para a porta e viu um caralho que
passava através de um buraco na porta, erecto, cheio de veias palpitantes. A Marina
sabia o que o estranho aguardava, e não o desiludiu, com a mão começou a
massajar-lhe o caralho, masturbou-o durante algum tempo até que ganhou coragem
para o chupar. No telefone eu ouvia os sons familiares que tantas vezes tinha
ouvido quando a Marina me dava o mesmo
tipo de prazer. A tesão de não estar a ver, levou-me a ficar novamente com um pau enorme, comecei a masturbar-me enquanto ia ouvindo. A minha imaginação fazia o
resto, será que ela estava mesmo a fazer um broche a um estranho? Parecia que
sim, mas não tinha certezas de nada. De repente ouvi mais uma mensagem a chegar
no outro lado.
A Marina parou de chupar e leu a mensagem.
"Dá-me as tuas cuecas através do buraco e depois
encosta lá a tua cona"
Assim fez. A mão, subiu o vestido da Marina e afagou o papo
da Cona da Marina, tenho a certeza que tinha o grelo molhado.
Passou o dedo na racha molhada da Marina, penetrou com um dedo, e depois dois, acariciou o seu interior por baixo do grelo, com movimentos circulares, sentiu o seu corpo movimentar-se de modo a que os seus dedos se introduzissem mais ainda no seu interior. Ela tinha o telefone junto à cara de modo a eu pudesse ouvir os gemidos que ia dando. Mexia a bacia ritmadamente contra a porta, empalando os dedos no interior, sentia a mão cada vez mais molhada, a cada estocada. Outra mensagem no telemóvel, "quero que destranques a porta, e te vires para a parede, sem vestido, e de braços no alto na parede e pernas afastadas entre a sanita, não podes olhar para trás".
Eu ouvi a porta abrir, e imagino que o que ele viu era de uma tesão brutal, o seu corpo torneado só com uns ténis, rabo empinado, mãos ao alto, pernas abertas e cabeça baixa, submissa às ordens, o telemóvel estava agora pousado em cima da tampa da sanita pegou nele ligou a câmara de vídeo com a luz ativada, deixou a chamada ativa, voltou a colocar na tampa da sanita de modo a filmar e iluminar todo o baixo ventre da Marina.
Com a gravação iniciada, voltou a pôr a mão na rata da
Marina. Penetrou-a novamente, com os dedos, estava tudo a ficar registado,
seria a prenda para mim. As mãos iam agora acariciar os seios da Marina, rijos, carnudos, os bicos saídos eram uma delícia. Encostou-se ao seu rabo, o caralho
encaixava nas suas nádegas rijas, que ela apertava, prendendo-o, pegou no
caralho e meteu junto da sua cona, agora estava na racha, sem a penetrar, só a
masturbava com o pau para a frente e para trás. A vontade de a penetrar era
impossível de resistir, mas que belos preliminares, ela baixou uma mão e
empurrou o caralho de modo a entrar mais ainda na racha da sua cona e num
movimento de vai vem quase o fazia vir. Agarrou-a na mão e voltou-a a pôr na
parede, ao que ela diz "enterra-mo todo na cona".
Não se faz esperar uma senhora, agarrou no caralho, e com os dedos separou os lábios vaginais de modo a apontar o pau. Sentiu a cabeça do caralho entrar no paraíso molhado da Marina. Soltaram um suspiro em simultâneo, agarrou nas suas ancas e puxou-a para ele, a cada estocada, a força era maior, estava abrutalhado da tesão, passava a mão nos seios, no pescoço, brincava com os bicos das tetas, mordiscava os lóbulos das orelhas, masturbava-a enquanto a penetrava à bruta. Estava tudo a ser filmado e o que ela me mostraria. No outro lado da chamada ainda em escuta, eu ouvia as pancadas da bacia contra as nádegas da Marina, ouvia suspiros e gemidos, e palmadas brutais, após alguns minutos, tirou o caralho e colocou a boca por trás da Marina abriu as nádegas e lambeu desde o clitóris até ao cu, que deixou lubrificado com a língua após brincar um pouco. Basicamente, lambeu toda a lubrificação resultante da foda. Após este momento subiu uma perna da Marina para cima da sanita, agora a luz do telemóvel mostrava toda a cona húmida da M, aberta, aguardando pelas estocadas finais, voltou a enterrar o pau na cona dela, desta vez esperou que ela se viesse, passados uns momentos sentiu que ela ia gozar, sentiu as pernas a tremer, as mãos a escorregarem pela parede, a cabeça a arquear para trás, e os espasmos da cona no caralho. Não aguentou e gozou dentro dela, não estava previsto, mas aconteceu, ao tirar o caralho, um jorro de esporra caiu em cima do telemóvel. Com a mão esfregou a esporra na cona dela e depois nos seus seios, principalmente nos bicos, por fim passou o dedo na sua boca, que ela chupou. Ela ia voltar-se, mas manteve-a de costas, pegou no telemóvel parou a gravação e a luz apagou. Subiu as calças e saiu para o cubículo de onde tinha saído. Ela ao ver que já não estava lá, voltou a vestir-se, pegou no telemóvel e disse, amor acho que ele se foi embora...
Do outro lado respondi, então fodeste com alguém?
- Sim, fodi, e gostei... foi bom! - respondeu ela ofegante.
- Vou aí ter contigo.
- OK. Eu espero.
Entrei e perguntei.
- Onde estás?
- No penúltimo cubículo.
Chego perto da
Marina que me dá um beijo cheio de tesão, meto a mão na cona dela, sinto
que se tinham vindo dentro dela.
QUERO-TE AGORA!! Disse-lhe ao ouvido!
Peguei nela e levei-a de costas para o último cubículo onde
estava sentado na tampa da sanita o gajo que a tinha fodido, ele diz. Vamos os
dois agora?
Marina não olhes para trás, senta-te em cima dele, ela
deixou que eu a guiasse até lhe enterrar o novamente o caralho por trás, subiu
as pernas e colocou- as na parede do cubículo, eu tirei o caralho teso para
fora, agarrei nas duas pernas dela e enterrei também o caralho na cona da
Marina.
Ela soltou um gemido,
de prazer, ela mexia a bacia em cima do outro pau, eu enterrava-o todo também
dentro dela, ela começou a dizer coisas malandras do tipo, fodam-me toda,
venham-se dentro de mim... Quero sentir a esporra a sair de dentro de mim como
as putas...
Não dava para aguentar tanta tesão e fizemos a vontade à Marina,
gozamos todos, durante alguns segundos a temperatura da cona da Marina aumentou,
parecia ter sido inundada, estava cheia, escorria por onde podia enquanto os
caralhos a penetravam, depois de nos virmos. Ela sentia a esporra a passar pelo
seu cu e cair na tampa da sanita. Assim ficamos alguns segundos dentro dela sem
nos movermos, o meu caralho foi o primeiro a sair, o outro aproveitou para mais
umas bombadas. Passado algum tempo ela levantou-se e na penumbra sorriu.
Ele saiu do cubículo sem dizer nada, nós só saímos ao fim de
uma meia hora. Estivemos a ver o filme da foda, e não só...