sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Bar de swing

Já há muito tempo que queria ir a um bar especial, era ali para os lados da Costa da Caparica, frequentado por casais. Entrada reservada a convite, que chegava de frequentadores, ou seja, alguém conhecido tinha de convidar, única regra levar máscara. Como é que sei tudo isto? De conversas que tinha com o Daniel e com a Tânia…eles já tinham ido a este bar. E queriam lá voltar!

Os marotos enviaram um convite para mim, mas eu disse que não ia por causa da Raquel. No entanto, tinha muita curiosidade para saber como era um bar desses, embora não estivesse à vontade para fazer alguma coisa. O problema era convencer a Raquel a ir a um bar desses. Mas - pensei eu - não tinha de dizer tudo. Bastava dizer que era um bar com uma festa que implicava levar máscara.

Eu sabia que eles iam no sábado, então arranjei maneira de ir também. Pedi à Raquel para levar um vestido e uma lingerie sexy. Assim fez. O bar era perto da praia, mas isolado no meio das dunas. Ao chegar vimos o porteiro na porta que verificava os convites. A Tânia e o Daniel não sabiam que nós íamos. Ao entrarmos vimos que havia um balcão ao fundo, e várias mesas em que casais conversavam. Quando entrámos fomos logo observados de cima a baixo, éramos novos por ali. No fundo consegui vislumbrar o Daniel e a Tânia, apesar da máscara. Fomos para uma mesa num canto escuro e ficámos a observar, a Raquel disse:

- Olha lá, que porra de bar é este?

- É um bar diferente do que estamos habituados. – respondi eu a medo.

- A sério? Isto é um bar de swing? – perguntou a Raquel enquanto enrugava a testa.

- Pois se calhar é!

- Está na hora de ir embora! – disse ela perentória.

- Tem calma, ninguém morde, não temos de fazer nada, vamos só observar, beber um copo e depois vamos.

-  O que tu me arranjas. És mesmo tarado. – mas aqui já consegui perceber um sorriso nos lábios da Raquel.

Pedimos bebidas, e continuámos a observar, eu continuava a controlar o Daniel e a Tânia.

Quando nos entregaram as bebidas o empregado perguntou:

- São novos aqui certo?

- Sim.

- Sabem como funciona a casa?

- Não.

- Então é assim. Além da parte do bar, temos zonas privadas, zonas só para o casal, para casais com luz e sem luz, glory hole, zona de voyeurs e BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo). Basta passar daquela porta e escolher a zona que vos interesse, ou então podem só confraternizar na zona do bar.

Agradeci a explicação.

A Raquel, rematou logo.

-Não te ponhas com ideias. Bebemos isto e vamos embora.

Enquanto íamos bebendo, ia observando o Daniel e a Tânia. Neste momento estavam no balcão, ela com um vestido curto sentada no banco alto, perna traçada, dava para ver umas meias de liga pretas. Só com isso já ficava de pau teso. Um casal tinha-se aproximado deles, ele observava a Tânia e falava com ela, e o Daniel falava com a mulher, e assim estiveram um pouco.

Entretanto eu dizia à Raquel.

- Não queres experimentar nada?

- Deixa de ser tarado.

- Que tal o quarto escuro ou o glory hole?

- Deves ser maluco.

- Anda, não gostavas, de mamar uma piça à minha frente?

- Não sejas parvo...

- Pronto não insisto. – já estava a desistir de a convencer.

Entretanto a conversa da Tânia e do Daniel com o casal esfriou e eles foram para a zona do glory hole.

Não perdi a oportunidade e peguei na mão da Raquel e ordenei:

- Anda comigo.

- Não, não vou fazer nada. – fez alguma força em sentido contrário mas depois cedeu.

Segui a Tânia e o Daniel, eles entraram numa cabine e nós na outra.

Fechámos a porta. Olhámos em volta, e vimos dois buracos na parede.

Eu ri e disse, vês é por ali que aparecem as pilas e as ratas.

Agarrei a Raquel na cona, e vi que estava tão encharcada que a humidade passava as cuecas.

- Malandra, estás excitada!! – exclamei eu.

- Estou mas isso não quer dizer nada, comecei a beijá-la e masturbava-a. No outro cubículo ouvia gemidos e chupadelas. Ajoelhei-me e tirei as cuecas da Raquel e lambi aquela rata doce e lubrificada, penetrei-a com a língua, senti o calor, brinquei com o grelo até ela me agarrar na cabeça e dizer.

- Continua, estou a vir-me.

Senti-a estremecer com espasmos enquanto lhe lambia o grelo teso e me empurrava a cabeça contra a cona.

Fizemos barulho, nisso vejo um caralho a sair do buraco na parede.

Disse à Raquel:

- Aproveita. Chupa os dois.

Com a tesão que estava, já nem pensou. Eu sabia que era o Daniel do outro lado. E a Raquel ia mamar no caralho dele.

Ela ajoelhou e começou a mamar no caralho do Daniel. Ela mamava sofregamente, como se não houvesse amanhã. Enquanto me batia uma punheta.

Entretanto, meti a minha mão no buraco e logo senti uma púbis lisinha e molhada a encostar-se à minha mão, depressa encontrei, o grelo e bati uma bela punheta, sentia o movimento dos seus quadris, enquanto ia sentindo prazer. Esse ritmo ia aumentando até que a senti estremecer, tinha-se vindo.

Passei os dedos no grelo e recolhi uma bela quantidade de lubrificação que provei.

A Raquel respirava cada vez mais rápido e sentia que o dono do caralho ia descarregar na sua boca. Assim foi, quando sentiu a esporra a jorrar tirou-o da boca e deixou o Estranho (para ela) vir-se nas suas tetas. Entretanto eu tinha colocado o meu caralho no buraco, e assim que o fiz, uma boca quente, húmida e uma mão sábia rodearam o meu caralho, e com mestria, nasceu um belo broche.

Enquanto eu recebia um belo broche a mão do Daniel passou pelo buraco e a Raquel encostou a cona dela, ele sentiu toda a tesão daquela rata tesuda. Bateu uma bela punheta à Raquel enquanto nos beijávamos. Até que eu perguntei:

- Gostaste de fazer o broche?

- Sim.

- Queres dar a cona a um estranho?

O silêncio dela era um sim que não conseguia verbalizar.

- Encosta a cona no buraco e goza com ele na cona para eu ver.

Assim fez.

Levantou o vestido, vi que a rata escorria pelas pernas abaixo com a tesão. Dobrou-se e encostou-se à parede alinhando o buraco com a cona.

De repente senti que ela foi penetrada com força, soltou um gemido de prazer, ao ver isto não aguentei mais e descarreguei tudo. Imagino que tenha ido tudo para o corpo da Tânia que continuava com a mão a bater uma bela punheta. A Tânia não desistiu e continuou até entesar novamente, o que não demorou, pois a punheta mais a visão da Raquel a ser fodida à minha frente e ver como ela gozava no pau do Daniel, fiquei de novo pronto para a ação.

Senti então que a Tânia se encostou e enterrou o pau todo dentro dela.

Como era apertada! E como mexia os quadris, levando-me à loucura, olhava nos olhos da Raquel, e via a tesão e o prazer que sentia, e ela via o meu e assim estivemos um pouco cada um a foder a mulher do outro. Só eu sabia quem éramos. Entre gemidos, a Tânia disse:

- Querem vir para o Quarto escuro? Estamos mais confortáveis.

Olhei para a Raquel, que acenou positivamente com a cabeça.

- Sim vamos, disse baixinho de modo a não reconhecerem a voz.

Eles saíram primeiro, nós depois.

Entrámos no quarto, não se via nada. Mas ouvimos uma voz dizer.

- Venham até ao fundo, é onde está a cama.

A Tânia disse estou do vosso lado direito. Rapidamente a encontrei, e senti pela primeira vez os seus seios tesos, a sua respiração estava ofegante, coloquei a mão na cona e estava tão lubrificada, desci e lambi, ela mexia no caralho. Quando subi disse-lhe ao ouvido, sou eu o Henrique, e a Raquel está com o Daniel. Gostaria de ter visto a cara dela, mas não se via um palmo à frente do nariz.

Riu-se, e disse a sério?

- Sim, somos nós.

Boa, no final acendemos a luz... Vai ser giro ver o Daniel e a Raquel.

Mas agora, vamos continuar.

Assim foi deitei-a de costas na cama enquanto ouvia a Raquel a gemer de prazer, o Daniel devia estar a penetrá-la bem. A cama abanava a cada estocada, ritmadamente com os gemidos.

Eu e a Tânia entrámos na mesma onda e sentia os colhões a bater contra ela com as pernas nos meus ombros. Ela abria a cona com as mãos e eu apalpava-lhe as tetas, brincava com os bicos, e sentia as palpitações de prazer quando a penetrava. Virei-a e coloquei-a de quatro, agarrei a sua anca e puxava-a com força contra mim, ela abria cada vez mais as pernas para a penetrar profundamente, com a outra mão abria e massaja a o ânus húmido e penetrava-a levemente com o dedo. Sentia-a apertar o cu a cada estocada profunda. Ela ia batendo uma bela punheta no grelo, até que se veio. Sentia a cona a palpitar e a estrangular o meu caralho, não aguentei e vim-me dentro dela. Ao meu lado ouvia a Raquel a vir-se também.

Nessa altura acendi a luz, a Raquel estava a cavalgar o Daniel que lho enterrava todo dentro. Quando viu quem estava dentro dela ficou incrédula, mas nem pararam um segundo. Continuaram e eu fui para trás da Raquel e apalpei-lhe as mamas, brinquei com os bicos para a ajudar a gozar. A Tânia sentou-se na cara do Daniel que a lambia enquanto se vinha dentro da Raquel.

E assim acabou a aventura no quarto escuro. Descansámos e depois continuámos, outra vez mas desta vez de luz acesa.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Área de serviço

 Eu queria fazer uma surpresa à Marina, após um belo dia de praia na Comporta! Vê-la numa praia deserta em topless, deixou-me cheio de tusa, por isso ia acariciando a Marina durante a viagem. O seu vestidinho curto que tinha sido puxado para cima para facilitar uma bela punheta, eu manuseava o grelinho teso e húmido cheio de tensão. Depois de uma semana sem foder, de um momento para o outro a Marina descarregou um belo orgasmo nos estofos do carro.

Para retribuir o gesto, tirou o meu pau para fora e começou a chupar na cabecinha, mordiscando, chupando, brincando com a língua de volta da glande dura e tesa. Enquanto batia à punheta dizia coisas ao meu ouvido como: "adorava que tu e outro me comessem ao mesmo tempo", "os dois dentro da minha cona, sentir-vos a gozar lá dentro". Já se fazia tarde e já estava a ficar escuro nesta altura eu cheio de tesão parei na área de descanso seguinte.

Fui direto à casa de banho dos homens. O WC vandalizado, sem LUZ, escuro e com portas com buracos e TRANCAS partidas.

Tinha o Bluetooth do telemóvel ligado e recebo uma mensagem: QUERES FODER?

Voltei ao carro e disse:

- Sabes que isto é um ponto de encontro de fodas ?

 - Deve ser! - respondeu a Marina

- Queres ver? Liga o Bluetooth do teu telemóvel - ripostei eu.

A Marina assim fez.

O smartphone pesquisou, e achou um dispositivo na zona, com o nome "queres foder?"

A  Marina olhou para mim, sorriu e disse, é o teu!

Não é não, nem tenho o Bluetooth ligado! Mostrei o telemóvel. Acho que se estão a meter contigo... Se estás curiosa, responde.

Ela coloca, olá sou M, e se calhar até quero... E riu na brincadeira.

Resposta "se queres vem até ao WC dos homens, empurra a porta e fecha, avança até ao penúltimo cubículo e fica lá dentro".

A Marina olhou para mim como que a dizer, nem penses, sei lá quem é...

- Não ficaste curiosa? - perguntei eu.

- Sim, mas...

- Vai. Estou aqui. Fazes o seguinte, antes de entrares inicias uma chamada. Assim fico sempre ouvir, se houver problemas eu entro.

A Marina diz, foste tu que planeaste isto?

- Talvez...

A Marina inicia a chamada e abre a porta do carro, sai e vai até à entrada da casa de banho masculina, empurra a porta e está tudo escuro, apenas se vê o que a luz dos candeeiros exteriores iluminam através da porta e dos vidros altos do compartimento. Fecha a porta nas suas costas e faz o que lhe disseram desloca-se para o penúltimo cubículo e fica no seu interior. Nesse momento recebe outra mensagem enquanto ouve movimentos, "olha para a porta"

Apontou a luz do ecrã para a porta e viu um caralho que passava através de um buraco na porta, erecto, cheio de veias palpitantes. A Marina sabia o que o estranho aguardava, e não o desiludiu, com a mão começou a massajar-lhe o caralho, masturbou-o durante algum tempo até que ganhou coragem para o chupar. No telefone eu ouvia os sons familiares que tantas vezes tinha ouvido quando a  Marina me dava o mesmo tipo de prazer. A tesão de não estar a ver, levou-me a ficar novamente com um pau enorme, comecei a masturbar-me enquanto ia ouvindo. A minha imaginação fazia o resto, será que ela estava mesmo a fazer um broche a um estranho? Parecia que sim, mas não tinha certezas de nada. De repente ouvi mais uma mensagem a chegar no outro lado.

A Marina parou de chupar e leu a mensagem.

"Dá-me as tuas cuecas através do buraco e depois encosta lá a tua cona"

Assim fez. A mão, subiu o vestido da Marina e afagou o papo da Cona da Marina, tenho a certeza que tinha o grelo molhado.

Passou o dedo na racha molhada da Marina, penetrou com um dedo, e depois dois, acariciou o seu interior por baixo do grelo, com movimentos circulares, sentiu o seu corpo movimentar-se de modo a que os seus dedos se introduzissem mais ainda no seu interior. Ela tinha o telefone junto à cara de modo a eu pudesse ouvir os gemidos que ia dando. Mexia a bacia ritmadamente contra a porta, empalando os dedos no interior, sentia a mão cada vez mais molhada, a cada estocada. Outra mensagem no telemóvel, "quero que destranques a porta, e te vires para a parede, sem vestido, e de braços no alto na parede e pernas afastadas entre a sanita, não podes olhar para trás".

Eu ouvi a porta abrir, e imagino que o que ele viu era de uma tesão brutal, o seu corpo torneado só com uns ténis, rabo empinado, mãos ao alto, pernas abertas e cabeça baixa, submissa às ordens, o telemóvel estava agora pousado em cima da tampa da sanita pegou nele ligou a câmara de vídeo com a luz ativada, deixou a chamada ativa, voltou a colocar na tampa da sanita de modo a filmar e iluminar todo  o baixo ventre da Marina.

Com a gravação iniciada, voltou a pôr a mão na rata da Marina. Penetrou-a novamente, com os dedos, estava tudo a ficar registado, seria a prenda para mim. As mãos iam agora acariciar os seios da Marina, rijos, carnudos, os bicos saídos eram uma delícia. Encostou-se ao seu rabo, o caralho encaixava nas suas nádegas rijas, que ela apertava, prendendo-o, pegou no caralho e meteu junto da sua cona, agora estava na racha, sem a penetrar, só a masturbava com o pau para a frente e para trás. A vontade de a penetrar era impossível de resistir, mas que belos preliminares, ela baixou uma mão e empurrou o caralho de modo a entrar mais ainda na racha da sua cona e num movimento de vai vem quase o fazia vir. Agarrou-a na mão e voltou-a a pôr na parede, ao que ela diz "enterra-mo todo na cona".

Não se faz esperar uma senhora, agarrou no caralho, e com os dedos separou os lábios vaginais de modo a apontar o pau. Sentiu a cabeça do caralho entrar no paraíso molhado da Marina. Soltaram um suspiro em simultâneo, agarrou nas suas ancas e puxou-a para ele, a cada estocada, a força era maior, estava abrutalhado da tesão, passava a mão nos seios, no pescoço, brincava com os bicos das tetas, mordiscava os lóbulos das orelhas, masturbava-a enquanto a penetrava à bruta. Estava tudo a ser filmado e o que ela me mostraria. No outro lado da chamada ainda em escuta, eu ouvia as pancadas da bacia contra as nádegas da Marina, ouvia suspiros e gemidos, e palmadas brutais, após alguns minutos, tirou o caralho e colocou a boca por trás da  Marina abriu as nádegas e lambeu desde o clitóris até ao cu, que deixou lubrificado com a língua após brincar um pouco. Basicamente, lambeu toda a lubrificação resultante da foda. Após este momento subiu uma perna da  Marina para cima da sanita, agora a luz do telemóvel mostrava toda a cona húmida da M, aberta, aguardando pelas estocadas finais, voltou a enterrar o pau na cona dela, desta vez esperou que ela se viesse, passados uns momentos sentiu que ela ia gozar, sentiu as pernas a tremer, as mãos a escorregarem pela parede, a cabeça a arquear para trás, e os espasmos da cona no caralho. Não aguentou e gozou dentro dela, não estava previsto, mas aconteceu, ao tirar o caralho, um jorro de esporra caiu em cima do telemóvel. Com a mão esfregou a esporra na cona dela e depois nos seus seios, principalmente nos bicos, por fim passou o dedo na sua boca, que ela chupou. Ela ia voltar-se, mas manteve-a de costas, pegou no telemóvel parou a gravação e a luz apagou. Subiu as calças e saiu para o cubículo de onde tinha saído. Ela ao ver que já não estava lá, voltou a vestir-se, pegou no telemóvel e disse, amor acho que ele se foi embora...

Do outro lado respondi, então fodeste com alguém?

- Sim, fodi, e gostei... foi bom! - respondeu ela ofegante.

- Vou aí ter contigo.

- OK. Eu espero.

Entrei e perguntei.

- Onde estás?

- No penúltimo cubículo.

Chego perto da  Marina que me dá um beijo cheio de tesão, meto a mão na cona dela, sinto que se tinham vindo dentro dela.

QUERO-TE AGORA!! Disse-lhe ao ouvido!

Peguei nela e levei-a de costas para o último cubículo onde estava sentado na tampa da sanita o gajo que a tinha fodido, ele diz. Vamos os dois agora?

Marina não olhes para trás, senta-te em cima dele, ela deixou que eu a guiasse até lhe enterrar o novamente o caralho por trás, subiu as pernas e colocou- as na parede do cubículo, eu tirei o caralho teso para fora, agarrei nas duas pernas dela e enterrei também o caralho na cona da Marina.

 Ela soltou um gemido, de prazer, ela mexia a bacia em cima do outro pau, eu enterrava-o todo também dentro dela, ela começou a dizer coisas malandras do tipo, fodam-me toda, venham-se dentro de mim... Quero sentir a esporra a sair de dentro de mim como as putas...

Não dava para aguentar tanta tesão e fizemos a vontade à Marina, gozamos todos, durante alguns segundos a temperatura da cona da Marina aumentou, parecia ter sido inundada, estava cheia, escorria por onde podia enquanto os caralhos a penetravam, depois de nos virmos. Ela sentia a esporra a passar pelo seu cu e cair na tampa da sanita. Assim ficamos alguns segundos dentro dela sem nos movermos, o meu caralho foi o primeiro a sair, o outro aproveitou para mais umas bombadas. Passado algum tempo ela levantou-se e na penumbra sorriu.

Ele saiu do cubículo sem dizer nada, nós só saímos ao fim de uma meia hora. Estivemos a ver o filme da foda, e não só...

domingo, 20 de junho de 2021

A primeira vez num trio

 O meu marido inscreveu-se numa aplicação para encontros de casais e não só, e um rapaz meteu conversa com ele. O que conversaram não sei mas lá combinaram um café entre os três num Centro Comercial. Obviamente com a esperança de que o café tivesse um final feliz.

Eu tirei um dia de folga no trabalho e depois de almoço lá fui com o meu marido até ao Centro Comercial para nos encontrarmos com o Hugo.

No dia do café, levei um vestido verde e uma tanguinha vermelha por baixo. Mas também fui preparada para um final feliz já que no carro tinha um saco com preservativos, algemas, um corpete preto, um cinto de ligas preto e umas meias compridas com renda.

Lá nos encontrámos os três e sentámo-nos numa mesa de um café. Primeiro falámos de trivialidades e depois lá começámos a conversa para perceber o que cada um queria e desejava daquele encontro.

Era a primeira vez para os três que íamos ter um encontro sexual a 3. Quando estivéssemos no motel, o Hugo queria ver e não se importava de não participar activamente no encontro. Eu e o meu marido não sabíamos muito bem o que queríamos, nem até onde estávamos preparados para ir, mas gostávamos de ser observados. Por isso, concordámos que estávamos os 3 preparados e decidimos ir até um quarto do motel próximo do Centro Comercial. Fomos todos no mesmo carro, o que deu para conversar mais um pouquinho.

Ao entrarmos no quarto eu pedi um momento para me arranjar para a ocasião e fui até à casa de banho tratar disso. Vesti o corpete preto, as meias e o cinto de ligas. Ao sair notei algum constrangimento no ar. Mas passou rápido!

O Hugo sentou-se numa cadeira que lá havia e eu abracei o João, demos uns beijinhos e eu disse-lhe ao ouvido: “Isto é estranho!”. Mas ele começou a tocar-me, trocámos algumas carícias e a inibição desapareceu. Abri-lhe as calças e vi que já havia um membro grande e grosso a querer saltar dos boxers que ainda estavam vestidos. Fiz-lhe um broche de joelhos, não muito grande, para a festa não acabar muito rápido. Ele atirou-me para cima da cama e eu tive oportunidade de olhar para o Hugo e vi que estava a passar a mão por cima das calças no seu enchumaço. O João pôs-me as mamas à mostra e lambeu-as e chupou-as como só ele sabe. E é tão bom!!

Abriu o meu corpete entre as minhas pernas e começou por me penetrar devagarinho, depois com alguma força. Eu pedi para ir para cima dele e já me tinha esquecido que o Hugo estava ali sentado. Mas na mudança de posição perguntei-lhe se estava a gostar, pareceu-me que sim, mas sinceramente nem me lembro da resposta dele. Fodi o João.

Mas já estava a gostar muito da brincadeira e fui até perto do Hugo e aproximei o meu rabo e pedi para ele me dar umas palmadas. A primeira foi muito tímida e eu pedi com mais força. E aí sim, foi uma valente palmada.

O João convidou o Hugo para se juntar a nós na cama. Cada um deles ficou com uma mama minha. Muito bom! O Hugo tirou as calças e o João voltou a penetrar-me. O Hugo, muito a medo, perguntou ao João se também podia molhar o pincel. O João deu autorização. Fiquei com o quadril na beirinha da cama e o Hugo penetrou-me. Mas eu queria mais e coloquei-me de 4, o Hugo levantou a perna e penetrou-me com alguma força. Adorei.

O João a ver aquilo colocou-me o caralho na boca. E ali ficámos algum tempo.

Para finalizar, eu coloquei-me de joelhos e fiz um broche à vez a cada um deles. Não me lembro se algum deles se veio. Mas para primeira vez não foi nada mau. Aliás, foi uma bela experiência.

Que repetimos já mais desinibidos….

sábado, 12 de junho de 2021

Aventura no Uber

Era uma vez um militar que estava na Alemanha, e veio de licença a casa.

Como vou sempre buscá-lo ao aeroporto, desta vez não foi diferente. Havia apenas um senão. Tinha o carro na oficina. Tudo bem resolve-se com um Uber. Assim foi!

Para minha desgraça, aparece um condutor alto, novo e, ainda por cima, bonito. Bom pelo menos a viagem ia ser interessante. Sentei-me no banco de trás do automóvel.

Sempre que olhava para o espelho retrovisor via que ele me ia mirando, e meteu conversa.

- Olá então para o aeroporto, certo? Sou o Pedro o seu motorista às ordens, alguma coisa é só dizer!

Eu pensei.... Se calhar até queria... Já não fodo há tanto tempo... De hoje não passa.

- Então vai buscar algum familiar? – perguntou o Pedro.

- Sim. O meu marido. – respondi, prontamente.

O motorista fez uma cara de desilusão e murmurou: "Que pena!".

Sorri, ao perceber o interesse dele.

Abri logo o jogo: “É meu marido, mas não é meu dono, temos uma relação aberta em muitos sentidos...”

Agora, sorriu ele.

- Isso é bom, temos de viver a vida, certo?

Ao dizer isto a sua mão passou na minha perna.

Com a vontade que andava até estremeci, as minhas pernas abriram inconscientemente. Pensei "oferecida".

Mas escorreguei no assento de modo a que a sua mão chegasse onde queria sentir prazer.

- Uau! - disse ele - Consigo sentir o calor está a ferver.

- Se não tiver medo de se queimar? E sorri.

E assim que digo isto, sinto um dedo a penetrar-me. Estava tão molhada que não houve resistência nenhuma. Soltei um suspiro de prazer, já havia algum tempo que não sentia esta sensação.

- Magoei? – perguntou o Pedro.

Ia tirar a mão, mas eu segurei e forcei a entrar mais. Mexendo agora a bacia de modo a sentir profundamente os seus dedos.

Estava tão molhada que o meu vestido tinha ficado molhado também, provavelmente até os estofos do carro.

Tirei as mamas de fora do vestido, e agarrei nos bicos enquanto sentia o vai e vem dentro de mim.

Estava tão tarada que me vim em segundos, o motorista não estava a acreditar no que tinha acontecido, como tinha sido tão rápido.

- Já? – admirou-se o Pedro.

- Sim, já faz algum tempo...

- Ainda bem que gostou! - e sorriu.

Fiquei a suspirar, deitada no banco traseiro, como estava. De pernas abertas e mamas à mostra.

Finalmente recuperei do orgasmo, e recompus a minha roupa.

- Obrigado, estava mesmo a precisar. – declarei.

- De nada, gosto de dar prazer a uma mulher. – rematou o condutor.

Queria retribuir o gozo que me tinha dado e, na restante viagem fui pensando no que fazer. Finalmente chegámos ao aeroporto, o João já me esperava.

Foi só parar o carro no estacionamento e colocar as malas no Uber. O motorista começou a conduzir depois de eu e o João nos termos instalado no banco de trás.

- Então João a viagem correu bem? – perguntei eu, para iniciarmos um diálogo.

- Sim, as hospedeiras eram giras! – respondeu o João.

- A minha viagem, graças ao Pedro, também correu muito bem. - e um sorriso maroto de ambos, deu a entender o que se tinha passado!

Cheguei ao ouvido do João e disse:

- Que tal agradecer ao motorista o orgasmo que me deu ao vir para cá? - enquanto o dizia tinha a mão em cima do caralho do João, que ficou teso num ápice.

- Mete a mão na minha cona e vais ver como fiquei.

O João assim fez, e quando tirou a mão via os fios transparentes virem agarrados da tesão.

- Sua marota... Vamos lá agradecer...

Comecei a beijar o João, que me sentou ao colo de pernas abertas de modo a que o motorista me visse toda aberta a ser penetrada pelos dedos do João. Ao mesmo tempo tirei o caralho do João para fora e comecei a bater-lhe uma punheta, a seguir comecei a chupar. O Pedro olhava fixo pelo espelho, retorcia-se no assento, como quem quer dar uma estocada.

O João gemia e pouco depois veio-se na minha boca. Como eu percebo, tanto tempo sem dar uma....

Continuei a chupar até ele se entesar novamente. Desta vez de rabo alçado para a frente do motorista, como se tivesse de 4.

O João diz: “Amigo aproveite, ela quer agradecer-lhe a viagem.”

Já à vontade com a situação, o motorista voltou a penetrar-me com os dedos.

- Se calhar é melhor encostar num sítio reservado, senão ainda temos um acidente. - disse o João.

Enquanto fazia um belo broche molhado ao João, parámos numa zona arborizada, longe da estrada. Assim que parámos, o João disse:

- Vem cá para trás também, Pedro.

Agora sabia que ia ser fodida pelos dois, o João sabe que gosto e ele também gosta de me ver a ser fodida por outros à sua frente. O João deitado no banco, eu de joelhos a chupá-lo, e o Pedro a ver-me de 4, cona aberta e molhada. O Pedro ajoelhou-se e com a língua percorreu a minha racha toda, brincando com o grelo. Que belo minete, pensei eu. De repente tirou o caralho para fora, era enorme, tinha uma cabeça grossa. Cuspiu na mão, passou na cabeça gigante e apontou. Senti a minha cona esticar, nunca tinha sentido um caralho tão grosso assim, esta sensação que não vai caber. Sentia, a cabeça a passar, a forçar o seu caminho, duro como pedra.

O João disse: - Sua sortuda, calhou-te um caralho gigante, aguentas?

Sem deixar de chupar, acenei que sim. Aquele membro enorme estava a rasgar-me por dentro, uma sensação de dor e prazer, entrava devagar, parecia nunca mais acabar, até que senti os tomates baterem no grelo, fez um vaivém cuidadoso até que me adaptei, e a lubrificação fez o seu trabalho. A partir daí foi puro prazer, estava doida com ele dentro de mim. Chupava como se não houvesse amanhã, o João teve de o tirar da minha boca, senão vinha-se outra vez. Aquele membro enorme, deixava a minha rata tão dilatada e molhada que depressa cheguei ao orgasmo. Ele ao sentir as minhas contrações, gozou dentro de mim também.

Quando tirou o membro flácido, mas enorme dentro de mim, saiu uma golfada de esporra para o banco. Eu montei-me em cima do João mesmo assim, com ela esporrada. O João estava doido, fodia-me à bruta cheio de tesão, dava-me palmadas. Virei-me em cima dele agora com o caralho do João dentro de mim, mas o Pedro via tudo de frente. Não satisfeito, fez-me um minete, enquanto o João me fodia. Até que o João disse:

- Queres tentar os dois?

- Acho que não vai caber...

O Pedro pegou novamente e meteu-o dentro de mim, agora já estava tão dilatada, que recebi os dois dentro de mim sem esforço, sentia o movimento dos dois, sentia cada recanto do meu interior preenchido como nunca fora. Até que senti o calor dos orgasmos dentro de mim, acompanhei e vim-me também. Estávamos estoirados. O Pedro disse:

- Descansem aí atrás, eu vou levá-los ao destino.

Assim foi, acho que adormeci no banco de trás, até que ouvi a voz do João.

- Já chegámos.

Despedimo-nos do Pedro, e ficámos com o contacto para próximas viagens. O João ia embora daqui a dias novamente, acho que o carro ia estar avariado outra vez.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Será que ela resiste?

Andava há uns tempos a pensar como levar a Marina a estar comigo e com um casal.

Então pensei.

Vou falar com eles, vêm cá almoçar, e quando estiverem cá, eles começam e pode ser que ela alinhe.

Assim foi, tinha falado com o João e com a Soraia. Chegaram cá, a Soraia de vestido curto. Curto o suficiente para eu olhar constantemente, tinha o rabo firme onde eu conseguia ver que uma bela tanguinha se alojava por baixo do vestido. Enquanto a Marina conversava com a Soraia, eu e o João combinávamos. Quando estiverem na sala connosco tu e a Soraia começam a ter intimidade. Eu vou tentar que ela preste atenção e que se excite ao ver-vos. Voltamos à cozinha, e eu digo a Marina, sabes onde está o saco do carvão?

- Sei, está no sótão.

- João não te importas de ir lá com a Marina para ajudares, é pesado.

Assim foi, a Soraia ficou na sala à espera e a Marina foi com o João ao sótão.

O que vou contar só soube depois. Chegaram ao sótão, ela abre a porta e começa à procura de qualquer coisa ao nível do solo. Quando se curvou, o vestido curto simplesmente desapareceu, deixando aquele rabo esticado, apenas atravessado por um pequeno fio vermelho. A luz da escada batia diretamente na zona de renda que tapava a sua intimidade volumosa, e por alguma razão existiam alguns reflexos. O João demorou a perceber o que era. Mas percebeu, que era de ter lubrificação a passar para fora da renda. Enquanto observava com deleite aquela visão, ela olha para trás, apanhando-o a mexer com a mão sobre o volume das calças.

- Estás a gostar? – perguntou a Marina.

- Estou, mas não é meu.

- Só se não quiseres!

- Posso por a mão? – perguntou o João.

- Podes.

Manteve a posição e colocou a mão de modo a ficar com o papo de cona da minha mulher na mão, apertou e sentiu o calor que emanava e a lubrificação, sentiu um leve gemido de prazer, e um ajeitar de posição, desviou a cueca com um dedo e colocou um dedo na sua rachinha lubrificada. Jesus o calor, a sensação lubrificada, sentiu as paredes vaginais a apertarem o dedo, rapidamente enfiou outro, começou num vai vem. Nesta altura elevou-se e encostou-se a ela, puxou a parte de cima do vestido para baixo, estava sem sutiã, as mamas rijas, redondas e com os bicos tesos sobressaíram. Apertou um enquanto lambia e mordiscava o outro. Ela já estava com a mão em cima do caralho, abriu a breguilha e tirou-o para fora, ali estava ele já com gotas de lubrificação na cabeça. Desceu abaixo e colocou-o na boca. Enfiava tudo depois chupava sonoramente como uma ventosa, sentiu cada movimento da sua língua em volta da glande, estava a leva-lo à loucura, o medo de ser apanhado ainda o excitava mais. Só pensava, perdoa-me Carlos mas não estou a resistir, sinto que estou perto de ejacular, e diz, vou-me vir Marina. Ela mantém os movimentos até senti-lo a vir-se, no último momento aponta para as suas tetas, acho que nunca tinha sido esporrada desta maneira, no fim olha para ele e espalha a langonha no peito até esta desaparecer, para acabar, passa a mão ainda esporrada na cona e esfrega várias vezes, para acabar chupa o dedo que tinha enfiado na rata molhada.

Olha já achei. Vamos?

Espera Marina deixa-me lamber a tua cona, para te retribuir. Ao que respondeu, 1 minuto. Assim foi, parecia um náufrago sem água há 3 dias, sorveu toda a lubrificação daquela cona molhada. Só pensava, a Soraia vai descobrir que estive a lamber uma cona. Mas a tesão do momento era mais forte. Passado o minuto, recompôs a sua roupa e fomos para baixo com o carvão.

Quando cheguei à sala, a Marina encontrou a Soraia agitada, parecia que disfarçava algo, mas podia ser impressão dela, pois quem tinha o rabo preso era ela. Entretanto eu fui com o João acender o Barbecue.

E perguntei, então no sótão foi difícil de achar o carvão? E esbocei um sorriso.

- Não. – respondeu o João meio envergonhado.

Hummmm - pensei eu.

Voltámos para a sala e ficámos um pouco na conversa. No meio do nada, a Soraia começa a mexer na breguilha do João. A Marina olha para mim. Eu sorri...

A Soraia começou a bater uma punheta ao João e a chupar a cabeça do caralho, nisto olhava para nós. A Marina não conseguia tirar os olhos daquela cena.

Eu aproveitei e disse:

- Vamos ver...

Neste momento o João baixa os calções e fica despido da cintura para baixo, enquanto a Soraia continua a chupar com mestria o pau.

Eu aproveito e começo a subir o vestido da Marina e coloco à mostra uma bela tanguinha vermelha, tão curta que quase entrava pela rata dentro. Disse-lhe: - Anda abre as pernas, e coloquei a mão na cona. A cona molhada na minha mão pensei que fosse da situação, mas não, só soube depois. Lubrifiquei os meus dedos e comecei a bater uma punheta no grelo dela. Sentia a tesão a subir, o João olhava para o grelo volumoso dela, e gemia, ajudado pela Soraia.

A Marina fechava os olhos de tesão e vergonha, mas de vez em quando abria-os para ver a Soraia com o pau na boca. Nisto o João começa a fazer um valente minete à Soraia.

E eu, invejoso, faço o mesmo.

Disse à Marina, vamos para perto deles, tempos mais espaço. Assim foi. Ambos estávamos a chupar os grelos, elas gemiam. A Soraia quebrou o gelo e deu a mão à Marina. Dei um toque ao João e fiz sinal para trocar. Como elas estavam deitadas de costas nem repararam que trocámos, só após alguns segundos deram por isso. A Marina com cara de assustada olhou para mim, mas viu-me de boca na cona da Soraia e deixou cair novamente a cabeça e recebeu o belo minete que o João lhe fazia.

Neste momento já não havia barreiras. O gelo estava quebrado.

A Soraia começa a chupar os bicos das tetas da Marina, e esta geme. Deixo de chupar a Soraia e ela junta o grelo dela com o da Marina, e começáram a esfregar-se uma contra a outra.

Nunca tinha visto a Marina tão excitada, beijavam-se na boca, acariciavam as tetas, apertavam o rabo uma da outra e mexiam os quadris ritmadamente até que se vêm. Voltei a lamber a cona da Marina. Agora sabia ao misto das duas, e deliciosas.

Entretanto, já o João está a penetrar a Soraia, enquanto eu a chupo. A Marina vai brincando com os tomates do João que balançam a cada estocada na Soraia, deixo de chupar a rata da Marina e vou para junto da boca da Soraia, e ela começa a chupar o meu caralho, enquanto o João mete os dedos dentro da cona da Marina , que se abre toda.

Faço sinal ao João que se vai montar na cona encharcada da Marina enquanto eu ocupo o lugar dele na coninha da Soraia, e vamos bombado os dois em várias posições e trocando várias vezes. Até que a Soraia pede para levar com os dois ao mesmo tempo. O João deita-se de costas, a Soraia por cima enterra o caralho todo na cona, abre-se toda em frente a mim, seguro nas pernas enfio o meu caralho na rata, nunca tinha sentido tal coisa, uma cona, dois caralhos, movimentos diferentes no mesmo espaço, a Soraia diz coisas sem nexo, entra numa espécie de transe de prazer, até explodir num orgasmo fabuloso. Era a vez da Marina. Invertemos as posições, a Marina sentia a cona cheia, com dois caralhos duros e cheios de leite prontos para explodir, não aguentou muito tempo e veio-se copiosamente.

Ambas satisfeitas era hora de nos virmos nós. Juntámos os caralhos, elas de joelhos a lamber e a beijarem-se durante os broches até que nos viemos nas suas tetas, terminaram a esfregarem-se uma na outra as tetas esporradas.

No final da noite a Marina descobriu, que a Soraia me tinha feito um broche quando eles foram ao sótão. Após isto, estes encontros repetiram-se várias vezes em ambas as casas. E foi sempre a melhorar.... 

sábado, 1 de maio de 2021

 Novo blogue que nasceu de uma ideia, como será praticar sexo todos os dias durante um ano? O que se pode aprender com isso? 

Mas enquanto este projecto não inicia, vamos aproveitar para ir escrevendo aqui coisas soltas sobre o tema, alguns contos eróticos ou mesmo imagem acerca do tema.

Tudo produção própria claro!!!!