Já há muito tempo que queria ir a um bar especial, era ali para os lados da Costa da Caparica, frequentado por casais. Entrada reservada a convite, que chegava de frequentadores, ou seja, alguém conhecido tinha de convidar, única regra levar máscara. Como é que sei tudo isto? De conversas que tinha com o Daniel e com a Tânia…eles já tinham ido a este bar. E queriam lá voltar!
Os marotos enviaram um convite para mim, mas eu disse que
não ia por causa da Raquel. No entanto, tinha muita curiosidade para saber como
era um bar desses, embora não estivesse à vontade para fazer alguma coisa. O
problema era convencer a Raquel a ir a um bar desses. Mas - pensei eu - não
tinha de dizer tudo. Bastava dizer que era um bar com uma festa que implicava
levar máscara.
Eu sabia que eles iam no sábado, então arranjei maneira de
ir também. Pedi à Raquel para levar um vestido e uma lingerie sexy. Assim fez. O
bar era perto da praia, mas isolado no meio das dunas. Ao chegar vimos o porteiro
na porta que verificava os convites. A Tânia e o Daniel não sabiam que nós
íamos. Ao entrarmos vimos que havia um balcão ao fundo, e várias mesas em que
casais conversavam. Quando entrámos fomos logo observados de cima a baixo,
éramos novos por ali. No fundo consegui vislumbrar o Daniel e a Tânia, apesar da
máscara. Fomos para uma mesa num canto escuro e ficámos a observar, a Raquel
disse:
- Olha lá, que porra de bar é este?
- É um bar diferente do que estamos habituados. – respondi eu
a medo.
- A sério? Isto é um bar de swing? – perguntou a Raquel enquanto
enrugava a testa.
- Pois se calhar é!
- Está na hora de ir embora! – disse ela perentória.
- Tem calma, ninguém morde, não temos de fazer nada, vamos
só observar, beber um copo e depois vamos.
- O que tu me
arranjas. És mesmo tarado. – mas aqui já consegui perceber um sorriso nos
lábios da Raquel.
Pedimos bebidas, e continuámos a observar, eu continuava a
controlar o Daniel e a Tânia.
Quando nos entregaram as bebidas o empregado perguntou:
- São novos aqui certo?
- Sim.
- Sabem como funciona a casa?
- Não.
- Então é assim. Além da parte do bar, temos zonas privadas,
zonas só para o casal, para casais com luz e sem luz, glory hole, zona
de voyeurs e BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e
Masoquismo). Basta passar daquela porta e escolher a zona que vos interesse, ou
então podem só confraternizar na zona do bar.
Agradeci a explicação.
A Raquel, rematou logo.
-Não te ponhas com ideias. Bebemos isto e vamos embora.
Enquanto íamos bebendo, ia observando o Daniel e a Tânia.
Neste momento estavam no balcão, ela com um vestido curto sentada no banco
alto, perna traçada, dava para ver umas meias de liga pretas. Só com isso já
ficava de pau teso. Um casal tinha-se aproximado deles, ele observava a Tânia e
falava com ela, e o Daniel falava com a mulher, e assim estiveram um pouco.
Entretanto eu dizia à Raquel.
- Não queres experimentar nada?
- Deixa de ser tarado.
- Que tal o quarto escuro ou o glory hole?
- Deves ser maluco.
- Anda, não gostavas, de mamar uma piça à minha frente?
- Não sejas parvo...
- Pronto não insisto. – já estava a desistir de a convencer.
Entretanto a conversa da Tânia e do Daniel com o casal
esfriou e eles foram para a zona do glory hole.
Não perdi a oportunidade e peguei na mão da Raquel e ordenei:
- Anda comigo.
- Não, não vou fazer nada. – fez alguma força em sentido
contrário mas depois cedeu.
Segui a Tânia e o Daniel, eles entraram numa cabine e nós na
outra.
Fechámos a porta. Olhámos em volta, e vimos dois buracos na
parede.
Eu ri e disse, vês é por ali que aparecem as pilas e as
ratas.
Agarrei a Raquel na cona, e vi que estava tão encharcada que
a humidade passava as cuecas.
- Malandra, estás excitada!! – exclamei eu.
- Estou mas isso não quer dizer nada, comecei a beijá-la e
masturbava-a. No outro cubículo ouvia gemidos e chupadelas. Ajoelhei-me e tirei
as cuecas da Raquel e lambi aquela rata doce e lubrificada, penetrei-a com a
língua, senti o calor, brinquei com o grelo até ela me agarrar na cabeça e
dizer.
- Continua, estou a vir-me.
Senti-a estremecer com espasmos enquanto lhe lambia o grelo
teso e me empurrava a cabeça contra a cona.
Fizemos barulho, nisso vejo um caralho a sair do buraco na
parede.
Disse à Raquel:
- Aproveita. Chupa os dois.
Com a tesão que estava, já nem pensou. Eu sabia que era o Daniel
do outro lado. E a Raquel ia mamar no caralho dele.
Ela ajoelhou e começou a mamar no caralho do Daniel. Ela
mamava sofregamente, como se não houvesse amanhã. Enquanto me batia uma
punheta.
Entretanto, meti a minha mão no buraco e logo senti uma
púbis lisinha e molhada a encostar-se à minha mão, depressa encontrei, o grelo
e bati uma bela punheta, sentia o movimento dos seus quadris, enquanto ia
sentindo prazer. Esse ritmo ia aumentando até que a senti estremecer, tinha-se
vindo.
Passei os dedos no grelo e recolhi uma bela quantidade de
lubrificação que provei.
A Raquel respirava cada vez mais rápido e sentia que o dono
do caralho ia descarregar na sua boca. Assim foi, quando sentiu a esporra a
jorrar tirou-o da boca e deixou o Estranho (para ela) vir-se nas suas tetas.
Entretanto eu tinha colocado o meu caralho no buraco, e assim que o fiz, uma
boca quente, húmida e uma mão sábia rodearam o meu caralho, e com mestria, nasceu
um belo broche.
Enquanto eu recebia um belo broche a mão do Daniel passou
pelo buraco e a Raquel encostou a cona dela, ele sentiu toda a tesão daquela
rata tesuda. Bateu uma bela punheta à Raquel enquanto nos beijávamos. Até que
eu perguntei:
- Gostaste de fazer o broche?
- Sim.
- Queres dar a cona a um estranho?
O silêncio dela era um sim que não conseguia verbalizar.
- Encosta a cona no buraco e goza com ele na cona para eu
ver.
Assim fez.
Levantou o vestido, vi que a rata escorria pelas pernas
abaixo com a tesão. Dobrou-se e encostou-se à parede alinhando o buraco com a
cona.
De repente senti que ela foi penetrada com força, soltou um
gemido de prazer, ao ver isto não aguentei mais e descarreguei tudo. Imagino que
tenha ido tudo para o corpo da Tânia que continuava com a mão a bater uma bela
punheta. A Tânia não desistiu e continuou até entesar novamente, o que não
demorou, pois a punheta mais a visão da Raquel a ser fodida à minha frente e
ver como ela gozava no pau do Daniel, fiquei de novo pronto para a ação.
Senti então que a Tânia se encostou e enterrou o pau todo
dentro dela.
Como era apertada! E como mexia os quadris, levando-me à
loucura, olhava nos olhos da Raquel, e via a tesão e o prazer que sentia, e ela
via o meu e assim estivemos um pouco cada um a foder a mulher do outro. Só eu
sabia quem éramos. Entre gemidos, a Tânia disse:
- Querem vir para o Quarto escuro? Estamos mais
confortáveis.
Olhei para a Raquel, que acenou positivamente com a cabeça.
- Sim vamos, disse baixinho de modo a não reconhecerem a
voz.
Eles saíram primeiro, nós depois.
Entrámos no quarto, não se via nada. Mas ouvimos uma voz
dizer.
- Venham até ao fundo, é onde está a cama.
A Tânia disse estou do vosso lado direito. Rapidamente a
encontrei, e senti pela primeira vez os seus seios tesos, a sua respiração
estava ofegante, coloquei a mão na cona e estava tão lubrificada, desci e
lambi, ela mexia no caralho. Quando subi disse-lhe ao ouvido, sou eu o Henrique,
e a Raquel está com o Daniel. Gostaria de ter visto a cara dela, mas não se via
um palmo à frente do nariz.
Riu-se, e disse a sério?
- Sim, somos nós.
Boa, no final acendemos a luz... Vai ser giro ver o Daniel e
a Raquel.
Mas agora, vamos continuar.
Assim foi deitei-a de costas na cama enquanto ouvia a Raquel
a gemer de prazer, o Daniel devia estar a penetrá-la bem. A cama abanava a cada
estocada, ritmadamente com os gemidos.
Eu e a Tânia entrámos na mesma onda e sentia os colhões a
bater contra ela com as pernas nos meus ombros. Ela abria a cona com as mãos e
eu apalpava-lhe as tetas, brincava com os bicos, e sentia as palpitações de
prazer quando a penetrava. Virei-a e coloquei-a de quatro, agarrei a sua anca e
puxava-a com força contra mim, ela abria cada vez mais as pernas para a
penetrar profundamente, com a outra mão abria e massaja a o ânus húmido e
penetrava-a levemente com o dedo. Sentia-a apertar o cu a cada estocada
profunda. Ela ia batendo uma bela punheta no grelo, até que se veio. Sentia a
cona a palpitar e a estrangular o meu caralho, não aguentei e vim-me dentro
dela. Ao meu lado ouvia a Raquel a vir-se também.
Nessa altura acendi a luz, a Raquel estava a cavalgar o Daniel
que lho enterrava todo dentro. Quando viu quem estava dentro dela ficou incrédula,
mas nem pararam um segundo. Continuaram e eu fui para trás da Raquel e apalpei-lhe
as mamas, brinquei com os bicos para a ajudar a gozar. A Tânia sentou-se na
cara do Daniel que a lambia enquanto se vinha dentro da Raquel.
E assim acabou a aventura no quarto escuro. Descansámos e
depois continuámos, outra vez mas desta vez de luz acesa.