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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Área de serviço

 Eu queria fazer uma surpresa à Marina, após um belo dia de praia na Comporta! Vê-la numa praia deserta em topless, deixou-me cheio de tusa, por isso ia acariciando a Marina durante a viagem. O seu vestidinho curto que tinha sido puxado para cima para facilitar uma bela punheta, eu manuseava o grelinho teso e húmido cheio de tensão. Depois de uma semana sem foder, de um momento para o outro a Marina descarregou um belo orgasmo nos estofos do carro.

Para retribuir o gesto, tirou o meu pau para fora e começou a chupar na cabecinha, mordiscando, chupando, brincando com a língua de volta da glande dura e tesa. Enquanto batia à punheta dizia coisas ao meu ouvido como: "adorava que tu e outro me comessem ao mesmo tempo", "os dois dentro da minha cona, sentir-vos a gozar lá dentro". Já se fazia tarde e já estava a ficar escuro nesta altura eu cheio de tesão parei na área de descanso seguinte.

Fui direto à casa de banho dos homens. O WC vandalizado, sem LUZ, escuro e com portas com buracos e TRANCAS partidas.

Tinha o Bluetooth do telemóvel ligado e recebo uma mensagem: QUERES FODER?

Voltei ao carro e disse:

- Sabes que isto é um ponto de encontro de fodas ?

 - Deve ser! - respondeu a Marina

- Queres ver? Liga o Bluetooth do teu telemóvel - ripostei eu.

A Marina assim fez.

O smartphone pesquisou, e achou um dispositivo na zona, com o nome "queres foder?"

A  Marina olhou para mim, sorriu e disse, é o teu!

Não é não, nem tenho o Bluetooth ligado! Mostrei o telemóvel. Acho que se estão a meter contigo... Se estás curiosa, responde.

Ela coloca, olá sou M, e se calhar até quero... E riu na brincadeira.

Resposta "se queres vem até ao WC dos homens, empurra a porta e fecha, avança até ao penúltimo cubículo e fica lá dentro".

A Marina olhou para mim como que a dizer, nem penses, sei lá quem é...

- Não ficaste curiosa? - perguntei eu.

- Sim, mas...

- Vai. Estou aqui. Fazes o seguinte, antes de entrares inicias uma chamada. Assim fico sempre ouvir, se houver problemas eu entro.

A Marina diz, foste tu que planeaste isto?

- Talvez...

A Marina inicia a chamada e abre a porta do carro, sai e vai até à entrada da casa de banho masculina, empurra a porta e está tudo escuro, apenas se vê o que a luz dos candeeiros exteriores iluminam através da porta e dos vidros altos do compartimento. Fecha a porta nas suas costas e faz o que lhe disseram desloca-se para o penúltimo cubículo e fica no seu interior. Nesse momento recebe outra mensagem enquanto ouve movimentos, "olha para a porta"

Apontou a luz do ecrã para a porta e viu um caralho que passava através de um buraco na porta, erecto, cheio de veias palpitantes. A Marina sabia o que o estranho aguardava, e não o desiludiu, com a mão começou a massajar-lhe o caralho, masturbou-o durante algum tempo até que ganhou coragem para o chupar. No telefone eu ouvia os sons familiares que tantas vezes tinha ouvido quando a  Marina me dava o mesmo tipo de prazer. A tesão de não estar a ver, levou-me a ficar novamente com um pau enorme, comecei a masturbar-me enquanto ia ouvindo. A minha imaginação fazia o resto, será que ela estava mesmo a fazer um broche a um estranho? Parecia que sim, mas não tinha certezas de nada. De repente ouvi mais uma mensagem a chegar no outro lado.

A Marina parou de chupar e leu a mensagem.

"Dá-me as tuas cuecas através do buraco e depois encosta lá a tua cona"

Assim fez. A mão, subiu o vestido da Marina e afagou o papo da Cona da Marina, tenho a certeza que tinha o grelo molhado.

Passou o dedo na racha molhada da Marina, penetrou com um dedo, e depois dois, acariciou o seu interior por baixo do grelo, com movimentos circulares, sentiu o seu corpo movimentar-se de modo a que os seus dedos se introduzissem mais ainda no seu interior. Ela tinha o telefone junto à cara de modo a eu pudesse ouvir os gemidos que ia dando. Mexia a bacia ritmadamente contra a porta, empalando os dedos no interior, sentia a mão cada vez mais molhada, a cada estocada. Outra mensagem no telemóvel, "quero que destranques a porta, e te vires para a parede, sem vestido, e de braços no alto na parede e pernas afastadas entre a sanita, não podes olhar para trás".

Eu ouvi a porta abrir, e imagino que o que ele viu era de uma tesão brutal, o seu corpo torneado só com uns ténis, rabo empinado, mãos ao alto, pernas abertas e cabeça baixa, submissa às ordens, o telemóvel estava agora pousado em cima da tampa da sanita pegou nele ligou a câmara de vídeo com a luz ativada, deixou a chamada ativa, voltou a colocar na tampa da sanita de modo a filmar e iluminar todo  o baixo ventre da Marina.

Com a gravação iniciada, voltou a pôr a mão na rata da Marina. Penetrou-a novamente, com os dedos, estava tudo a ficar registado, seria a prenda para mim. As mãos iam agora acariciar os seios da Marina, rijos, carnudos, os bicos saídos eram uma delícia. Encostou-se ao seu rabo, o caralho encaixava nas suas nádegas rijas, que ela apertava, prendendo-o, pegou no caralho e meteu junto da sua cona, agora estava na racha, sem a penetrar, só a masturbava com o pau para a frente e para trás. A vontade de a penetrar era impossível de resistir, mas que belos preliminares, ela baixou uma mão e empurrou o caralho de modo a entrar mais ainda na racha da sua cona e num movimento de vai vem quase o fazia vir. Agarrou-a na mão e voltou-a a pôr na parede, ao que ela diz "enterra-mo todo na cona".

Não se faz esperar uma senhora, agarrou no caralho, e com os dedos separou os lábios vaginais de modo a apontar o pau. Sentiu a cabeça do caralho entrar no paraíso molhado da Marina. Soltaram um suspiro em simultâneo, agarrou nas suas ancas e puxou-a para ele, a cada estocada, a força era maior, estava abrutalhado da tesão, passava a mão nos seios, no pescoço, brincava com os bicos das tetas, mordiscava os lóbulos das orelhas, masturbava-a enquanto a penetrava à bruta. Estava tudo a ser filmado e o que ela me mostraria. No outro lado da chamada ainda em escuta, eu ouvia as pancadas da bacia contra as nádegas da Marina, ouvia suspiros e gemidos, e palmadas brutais, após alguns minutos, tirou o caralho e colocou a boca por trás da  Marina abriu as nádegas e lambeu desde o clitóris até ao cu, que deixou lubrificado com a língua após brincar um pouco. Basicamente, lambeu toda a lubrificação resultante da foda. Após este momento subiu uma perna da  Marina para cima da sanita, agora a luz do telemóvel mostrava toda a cona húmida da M, aberta, aguardando pelas estocadas finais, voltou a enterrar o pau na cona dela, desta vez esperou que ela se viesse, passados uns momentos sentiu que ela ia gozar, sentiu as pernas a tremer, as mãos a escorregarem pela parede, a cabeça a arquear para trás, e os espasmos da cona no caralho. Não aguentou e gozou dentro dela, não estava previsto, mas aconteceu, ao tirar o caralho, um jorro de esporra caiu em cima do telemóvel. Com a mão esfregou a esporra na cona dela e depois nos seus seios, principalmente nos bicos, por fim passou o dedo na sua boca, que ela chupou. Ela ia voltar-se, mas manteve-a de costas, pegou no telemóvel parou a gravação e a luz apagou. Subiu as calças e saiu para o cubículo de onde tinha saído. Ela ao ver que já não estava lá, voltou a vestir-se, pegou no telemóvel e disse, amor acho que ele se foi embora...

Do outro lado respondi, então fodeste com alguém?

- Sim, fodi, e gostei... foi bom! - respondeu ela ofegante.

- Vou aí ter contigo.

- OK. Eu espero.

Entrei e perguntei.

- Onde estás?

- No penúltimo cubículo.

Chego perto da  Marina que me dá um beijo cheio de tesão, meto a mão na cona dela, sinto que se tinham vindo dentro dela.

QUERO-TE AGORA!! Disse-lhe ao ouvido!

Peguei nela e levei-a de costas para o último cubículo onde estava sentado na tampa da sanita o gajo que a tinha fodido, ele diz. Vamos os dois agora?

Marina não olhes para trás, senta-te em cima dele, ela deixou que eu a guiasse até lhe enterrar o novamente o caralho por trás, subiu as pernas e colocou- as na parede do cubículo, eu tirei o caralho teso para fora, agarrei nas duas pernas dela e enterrei também o caralho na cona da Marina.

 Ela soltou um gemido, de prazer, ela mexia a bacia em cima do outro pau, eu enterrava-o todo também dentro dela, ela começou a dizer coisas malandras do tipo, fodam-me toda, venham-se dentro de mim... Quero sentir a esporra a sair de dentro de mim como as putas...

Não dava para aguentar tanta tesão e fizemos a vontade à Marina, gozamos todos, durante alguns segundos a temperatura da cona da Marina aumentou, parecia ter sido inundada, estava cheia, escorria por onde podia enquanto os caralhos a penetravam, depois de nos virmos. Ela sentia a esporra a passar pelo seu cu e cair na tampa da sanita. Assim ficamos alguns segundos dentro dela sem nos movermos, o meu caralho foi o primeiro a sair, o outro aproveitou para mais umas bombadas. Passado algum tempo ela levantou-se e na penumbra sorriu.

Ele saiu do cubículo sem dizer nada, nós só saímos ao fim de uma meia hora. Estivemos a ver o filme da foda, e não só...